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Patrocinadoras, Coca e McDonald's pedem que Blatter deixe a Fifa 'imediatamente'

Juntas, as duas empresas representam quase metade de toda a renda anual que a Fifa

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Os maiores patrocinador da Fifa, a Coca-Cola e o McDonald's, exigem que Joseph Blatter deixe a presidência da entidade "imediatamente". Em uma declaração emitida nesta sexta-feira, as empresas que patrocinam a Copa do Mundo deixaram claro que estão retirando o apoio ao dirigente, que já é investigado criminalmente. Sem o consentimento das multinacionais, sua posição é de total fragilidade e não se descarta uma renúncia no fim de semana.

"Blatter deve renunciar imediatamente para que um processo sustentável de reforma seja realizado", pediu a Coca. "Acreditamos que seria de melhor interesse do jogo que Blatter deixe o cargo imediatamente para que um processo de reforma possa ocorrer com a credibilidade que se necessita", defendeu o McDonald's.

Juntas, as duas empresas representam quase metade de toda a renda anual que a Fifa obtém de patrocinadores. "A cada dia que passa, a imagem e reputação da Fifa continua a ser afetada", disse a Coca-Cola. "A Fifa precisa de uma reforma urgente e total e que apenas poderá ser realizada de uma forma verdadeiramente independente."

 

Para a Coca-Cola, a Fifa precisa criar uma comissão independente que possa realizar a mudança e reconquistar a confiança do mundo do esporte.

Com um presidente sob investigação criminal, com o secretário-geral, Jérôme Valcke, afastado, com um novo escândalo envolvendo o favorito para as eleições de fevereiro, Michel Platini, a Fifa hoje não tem um governo. Em menos de seis meses, a entidade deixou de fechar contratos de patrocínio avaliados em mais de US$ 200 milhões para a Copa de 2018, enquanto outras marcas abandonam o barco.

Uma das principais parceiras de Joseph Blatter durante os últimos 30 anos - a Adidas - também admite que chegou o momento de a Fifa passar por uma "limpeza". A multinacional alemã foi uma das primeiras patrocinadoras da entidade e, em acordos com João Havelange, fechou um dos contratos mais lucrativos da história do futebol.

Agora, porém, a empresa insiste que a Fifa terá de mudar. Em entrevista ao Estado de S. Paulo e outro meio de comunicação brasileiro, um dos principais executivos da Adidas, Roland Auschel, deixou claro que a multinacional vai exigir reformas. Mas ele também deu sinais de que não está disposto a abandonar a Fifa e o que ela representa como vendas para a Adidas.

Em julho, empresas como a Adidas, Coca-Cola e outras patrocinadores se reuniram com a Fifa. "Nossos pontos de vista têm sido ouvidos. A Fifa agora precisa passar por um processo (de reforma)", disse o alemão.

Por enquanto, o executivo diz "não saber" até que ponto a crise na Fifa afetou suas vendas. Mas ele dá sinais de que não existe um plano de romper com a entidade. "Precisamos estar desenvolvendo o futebol globalmente e a Fifa é o órgão que governa", explicou Auschel.

FONTE-UOL


 

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