A eliminação vexatória para o Gurupi ainda na primeira fase da Copa do Brasil parece que ainda vai "perseguir" o Londrina por um tempo. Na última quinta-feira, a delegação chegou de Tocantins e foi recepcionada no aeroporto por dezenas de torcedores com os ânimos bastante exaltados.
Ainda no saguão do aeroporto, os jogadores foram xingados e alguns empurrados pelos torcedores, que seguiram ameaçando e protestando até a delegação entrar no ônibus. Os principais alvos foram o goleiro Alan e o meia Rafael Gava, mas ninguém escapou. Experiente, o atacante Fabinho tentou manter a cabeça no lugar.
"É válido o torcedor cobrar, mas, a partir do momento que parte para ignorância ou agressão, é diferente. A gente sabe que o momento é difícil, está todo mundo chateado e triste. Basta nós jogadores nos unirmos para conseguirmos sair dessa situação", disse Fabinho.
Essa não é a primeira cobrança que o elenco sofre depois da péssima atuação contra o Gurupi. Um dia depois do jogo, o gestor Sérgio Malucelli se mostrou bastante irritado com o desempenho dos jogadores e prometeu multar todo mundo por conta do prejuízo financeiro que a eliminação na Copa do Brasil causou no clube.
Agora, o Londrina foca suas atenções no Campeonato Paranaense, onde não teve um bom início. Com apenas um ponto em dois jogos - um a menos que os demais -, o time se encontra na penúltima colocação, figurando na zona de rebaixamento.
Neste domingo, o Tubarão recebe o PSTC no Estádio do Café e não pode pensar em outro resultado que não seja a vitória para respirar no campeonato, além de evitar uma pressão ainda maior por parte dos torcedores e também da diretoria.
FONTE-FUTEBOL INTERIOR