
Dezessete anos depois do primeiro grande troféu, Tite tem a Seleção em suas mãos numa Copa do Mundo. E chega credenciado não só pelo bom desempenho, que julga ser o primordial, mas também pelos resultados. Atualmente adepto de outro desenho tático, o 4-1-4-1, ele tem uma única derrota (em amistoso contra a Argentina) em 21 partidas.
– Na minha opinião, ele já poderia estar antes na Seleção. Mas aconteceu de ser chamado no meio da corrida. Isso é um pouco típico do Brasil. Ainda bem que dessa vez deu certo, e o Brasil fez uma campanha muito acima da média. O Tite está mais experiente, o que é importante, mas já tinha muita energia quando começou – compara o ex-zagueiro.
As imagens da época comprovam. O técnico já era intenso nas orientações à beira do campo, corria para dentro dele para abraçar os comandados em gols importantes - como o de Marcelinho Paraíba na vitória por 3 a 1 sobre o Corinthians ou o de Paulinho no 3 a 0 contra a Argentina, nas Eliminatórias.